domingo, 2 de junho de 2013

Esta foi uma das minhas primeiras poesias mais profundas.
Sabe , só quando alcancei a maturidade literária que defini que realmente tinha um estilo : era ultrarromântica.
                                          QUANDO...

Quando o sol parar de iluminar,
Quando as estrelas do céu deixarem de brilhar,
Quando a água do mar por fim se acabar,
Então eu vou deixar de te amar.

Quando a brisa mais forte soprar,
Quando as águas  do mar forem transbordar,
Quando a primavera em flores desabrochar,
Então pensarei em você e de tudo vou relembrar.

Quando uma manhã o sol não nascer,
Quando uma tarde o pássaro emudecer,
Quando uma noite a lua não aparecer.
Então por um dia eu conseguirei te esquecer.

Quando uma manhã estiver ensolarada,
Quando uma tarde os pássaros fizerem serenata,
Quando uma noite estiver enluarada.
Então por um dia estarei mais apaixonada.

Quando eu não mais trocar o amor pela razão,
Quando eu não mais  arder desta paixão,
Quando eu não mais sofrer de desilusão,
Então finalmente terei salvo meu coração.

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